segunda-feira, 30 de junho de 2008
O Presente
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorda com um saldo de R$ 86.400,00, só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faria? Gastaria cada centavo, é claro!!!
Todos nos somos clientes deste “banco” que estamos falando.
Ele se chama TEMPO.
Todas as manhãs, é creditado a você 86.400 segundos.
Todas as noites o saldo é debitado como perda, tudo o que você falhou em investir em bons propósitos.
Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.
Todas as manhãs a sua conta é reiniciada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.
Não há volta. Se você falha em usar o depósito do dia, a perda é sua.
Você deve viver no presente o seu depósito diário.
Invista, então, no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!!
O relógio está correndo.
Faça o máximo de hoje!
Para você perceber o valor de UM ANO… pergunte a um estudante que repetiu de ano.
Para você perceber o valor de UM MÊS… pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuro.
Para perceber o valor de UMA SEMANA... pergunte ao editor de um jornal semanal.
Para perceber o valor de UMA HORA... pergunte aos apaixonados que estão esperando para se encontrarem.
Para você perceber o valor de UM MINUTO... pergunte a uma pessoa que perdeu o trem.
Para perceber o valor de UM SEGUNDO… pergunte a uma pessoa que acabou de evitar um acidente.
Para perceber o valor de UM MILÉSIMO DE SEGUNDO… pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nos Jogos Olímpicos.
Valorize cada momento que você tem!
E valorize-o mais porque você o divide com alguém especial, especial o bastante para você gastar o seu tempo.
E lembre-se que o tempo não espera por ninguém.
O Ontem é historia.
O Amanhã é um mistério.
Hoje é uma dádiva de Deus.
Por isso é que ele é chamado de... Presente!!
Sobreviventes
Responda uma coisa: Você que teve sua infância durante os anos 60, 70, 80... Como pôde sobreviver???
Afinal de contas...
Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!
Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra! E isso não era perigoso!
As camas de grades e os brinquedos eram multicores e no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas“ contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos,detergentes ou químicos domésticos.
A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras...
Bebíamos água da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas “esterilizadas”...
Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolimã e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham “economizado“ a sola dos sapatos, que eram usados como freios e estavam descalços... Alguns acidentes depois, todos esses problemas estavam resolvidos!
Íamos brincar na rua, com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer!
Não havia celulares... E nossos pais não sabiam onde estávamos! Incrível!!
Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar em casa.
Gessos, dentes partidos, joelhos ralados... Alguém se queixava disso? Todos tinham razão, menos nós...
Comíamos doces à vontade: pão com manteiga, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade brincávamos sempre na rua e éramos super ativos...
Dividíamos com nossos amigos uma Tubaína comprada naquela vendinha da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso...
Nada de Playstations, Nintendo 64, X Boxes, jogos de Vídeo, Internet por satélite, videocassete, Dolby Surround, celular com câmera, computador, Chats na Internet ... só amigos.
E os nossos cachorros? Lembram?
Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem problema algum!
Banho quente? Xampú? Que nada! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia jogando água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa!
Algum cachorro morreu (ou adoeceu) por causa disso??
A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.
É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível?
Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados, ninguém ficava frustrado e nem era o “FIM DO MUNDO“!
Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos “superdotados“, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperatividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!
Tínhamos liberdade, fracassos, sucessos, deveres e aprendíamos a lidar com cada um deles!
A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver???
E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?
Se você também é dessa geração, conte isso para seus filhos e sobrinhos, para que eles saibam como era no nosso tempo, sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas...
Como éramos felizes!!!
Autor: Dejan Trifunovic
terça-feira, 24 de junho de 2008
Onde existe Deus...
Onde existe Deus
Existe fome, mas encontra-se o alimento,
Existe dor, mas encontra-se o remédio,
Existe guerra, mas pode-se estabelecer a Paz,
Existem problemas, mas também, as soluções,
Pode-se estar só, mas não há solidão.
Onde Ele não está
A fome mata,
A dor enlouquece,
A guerra dizima,
Os problemas são senhores,
E a solidão é companheira, mesmo no meio da multidão.
Cabe a cada um fazer a sua escolha e receber os resultados.
domingo, 22 de junho de 2008
Cartão de visitas
Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:
- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?
- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?
- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.
- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?
- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.
O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba. No cartão estava escrito:
Professor Doutor Louis Pasteur
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima".
Louis Pasteur.
(Fato verdadeiro, integrante da biografia, ocorrido em 1892).
Contribuição: Marcos Roza
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Carentes de tudo...
Sabe o mundo anda tão carente...
As pessoas andam tristes, preocupadas, com cara de quero colinho, outras com expressões do tipo: “O que eu faço agora?”.
Há um vazio em tanta gente que os olhares andam baixos, a auto-estima beirando o chão e o amor perdendo espaço para os sonhos impossíveis.
Tem tanta gente sozinha nesse mundão que se daria para encher vários estádios de futebol, tanta gente na solidão que daria pra habitar uma cidade, ou até um país de solitários.
Mas o problema não é a solidão em si, afinal ninguém gosta de ficar sozinho, somos seres sociáveis, nascemos para formarmos famílias e vivermos em "sociedade".
O problema esta nas mágoas que cada um carrega dentro de si, traumas, frustrações, fantasias não realizadas e outros bichos que em 99,9% dos casos são apenas situações "mal resolvidas".
As pessoas andam buscando seus pares em qualquer lugar, as vezes conversam apenas uma vez e já se julgam "apaixonadas", e no dia seguinte já estão criando planos e mais planos, um ou dois meses depois a decepção, pois todos aqueles planos foram feitos apenas na cabeça dela, e não dos dois.
Um relacionamento para ser forte, tem que ter tempo, não pode ser exigente demais, não pode ser construído a partir de apenas o sonho de uma das partes envolvidas.
As pessoas colocam suas expectativas, seus desejos, seus sonhos na mão de outras pessoas e, entregam-se a sorte, a deriva, como um barco lançado às águas sem ninguém para dirigi-lo.
Gente, não dá pra brincar de ser feliz, não dá pra deixar nossas expectativas de felicidade nas mãos dos outros, precisamos construir uma relação boa com nós mesmos primeiro.
É de suma importância que você descubra o que você realmente quer da vida, e não ficar construindo castelos de areia na beira da praia, porque o mar vai levar mesmo.
Ora, encontra hoje, sonha a noite, encontra-se duas outres vezes e pronto: é o amor!!!
Que amor é esse, amor de farinha, de gesso, de qualquer coisa menos de "eterno".
E, depois as pessoas não querem sofrer, passam uma procuração para os outros viverem as suas vidas, entregam seus bens mais preciosos para alguém que ela mal conhece, e quer ser feliz...
Fala sério vai... não tá na hora de acordar e botar um pouco de juízo na cachola?
Procure descobrir-se, descubra seus desejos, seu corpo, seus pontos fortes, os fracos, o que é vontade mesmo e o que é capricho, estude, leia, fique bem de vida, compre seu carro, sua casa, suas roupas, e dê a chance para a vida te apresentar o seu "par".
Nós normalmente chegamos nesse planeta com as companhias que vamos encontrar mais ou menos certas, e se você ficar sofrendo feito uma besta por uma outra besta que te deixou, pode deixar passar o "par perfeito“ porque estava cega com os olhos cheios de lágrimas?
Fui cruel?
Não é essa a intenção, você sabe que não...
Paulo Roberto Gaefke
É loucura...
Odiar todas as rosas porque uma te espetou...
Entregar todos os teus sonhosPorque um deles não se realizou...
Perder a fé em todas as oraçõesPorque numa não foste atendido...
Descrer de todo amor porque um deles te foi infiel...
Jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo....
Espero que na tua caminhada não cometa estas loucuras.
Lembrando que sempre...
Há uma outra chance
Uma outra amizade
Um outro amorUma nova força
É só ser perseverante e procurar ser mais feliz a cada dia.
A glória não consiste em jamais cair, mas sim de erguer-se toda vez que for necessário!
A cadeira
O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo.
Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas. Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
- Suponho que estava me esperando? - disse o sacerdote.
- Não, quem é você? - respondeu o homem enfermo.
- Sou o sacerdote que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
- Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta.
Então o homem enfermo lhe disse:
- Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido orar. Não sabia direito como se deve orar. E nunca dei muita importância para a oração. Pensava que Deus estava muito distante de mim. Assim sendo, há muito tempo abandonei por completo a idéia de falar com Deus.
- Até que um amigo me disse: “José, orar é muito simples. Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer: você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali, bem diante de você. Afinal Jesus mesmo disse:
- “Eu estarei sempre com vocês”. (Mateus 28:20)
- Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora.
- Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia. Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja... pois me internaria num manicômio imediatamente.
O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo. Em seguida orou com ele e foi embora.
Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdoteque seu pai havia falecido.
O sacerdote então perguntou:- Ele faleceu em paz?
- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto. Ele disse que me amava muito e me deu um beijo. Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto. Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente, antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei.
- Porque será isto? – perguntou a filha.
O sacerdote, profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu:
- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo...
Jesus está mais próximo de nós do que podemos imaginar.
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